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terça-feira, 30 de março de 2010


Estudantes da Uems realizam passeata pelas ruas do Centro para que instituição tenha sede na antiga rodoviária de Campo Grande

Alunos da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems) preparam manifestação em prol da vinda da construção de uma sede da instituição em Campo Grande. A partir das 9h desse sábado (27), alguns acadêmicos estarão na Praça Ary Coelho mostrando à sociedade a importância de ter uma sede da universidade aqui. Da praça, vão ao Centro Comercial do Oeste, onde ficava a antiga rodoviária.

Lá, pretendem fazer uma corrente humana em torno do estabelecimento, onde querem a nova sede da instituição.

Atualmente, a Uems funciona em Campo Grande na Escola Estadual Hércules Maymone e oferece os cursos de graduação em Artes Cênicas e Dança, Pedagogia, Letras e Geografia. Portanto, as salas de aula são emprestadas e até junho. “Depois, teríamos que ir para a Escola Bartira que está reformando, mas que não atende à necessidade de expansão de cursos previstos no Projeto de Educação para Uems, ou seja, a abertura de mais vagas públicas para a população (como cursos de Direito, Administração entre outros, além de pós-graduações e mestrado)”, diz Gilsienny Arce Munhoz, uma das organizadoras do manifesto.

“Vale ressaltar que a localização privilegiada da antiga rodoviária também é um dos pontos fortes da luta dos acadêmicos, por ser de fácil acesso e com a reativação das linhas de ônibus no local, resolveria problemas que indo para Escola Bartira teríamos”, complementa a acadêmica.

O espaço no Centro Comercial é de 25 mil metros quadrados. Os estudantes propõem espaço de 8 mil metros quadrados para a universidade.

O terminal Heitor Laburu foi inaugurado em outubro de 1973 e já foi um dos lugares mais interessantes comercialmente da Capital. Lá, existem duas salas de cinema e várias lojas.

“Que nos seja garantido nossos 8 mil m² que atenderá a expectativa de todo campo-grandense que luta por um ensino superior gratuito. Vale ressaltar que hoje, 80% dos acadêmicos da Uems são oriundos de escolas públicas. Essa luta é de todos, aguardamos toda a população na rua no sábado, Abracem a nossa causa!”, traz texto apresentado pela equipe de menifestantes.

Conforme o relações públicas do estabelecimento, Vanderley Lopes, a chegada da universidade auxiliaria em muito na revitalização da região, sem o fluxo normal de clientes que existia quando ali funcional o Terminal Rodoviário da Capital, que mudou em 1º de fevereiro para a saída de São Paulo.(modificado às 14:52 para acréscimo de informações)

Estudantes e lojistas, de mãos dadas, circundam o espaço público do Centro Comercial Heitor Laburu que está coberto por tapumes de madeira desde que a rodoviária antiga – que ali funcionava – deixou de funcionar.

Acadêmicos e empresários querem que a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems) tenham sua sede da Capital implantada ali.

Eles promovem manifesto para sensibilizar o governador André Puccinelli (PMDB) pela ideia, já que afirmam que o prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) e a Assembleia Legislativa são favoráveis.

Os manifestantes entoam músicas de protesto como “Para não Dizer que não Falei das Flores”, de Geraldo Vandré e o Hino Nacional Brasileiro.

Um comentário:

  1. Lindo o blog Bruno...adorei... vamo movimentar nossas ideias por esse canal...vai ser da hora... vamos pensar em mais coisas bacanas pra colocarmos aqui..abração... E VAMO QUE VAMO ARTISTAS VAMOS BOMBAR ISSO AQUI

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